31 Dezembro 2011

Base Secreta desmistificada.

Ano Hana foi uma série que eu gostei bastante. Eu vendo imagens da série quando estreou me fez ter a impressão de que sabia do que se tratava. Realmente uma boa parte da minha percepção estava correta, mas a série acabou me surpreendendo positivamente sendo muito mais. Apesar dos pesares de toda série, Ano Hana teve personagens com um comportamento muito bom, na verdade Ano Hana é um anime sem história, dirigido pelos personagens e todos eles fazem muito bem seu trabalho de interagir com os outros e fazer a série andar.
Não me estendendo muito, foi uma série bem marcante para todos que assistiram. Agora na temporada de listas dos melhores e mais queridos animes do ano, é certo ver Ano Hana na maioria delas.
Compartilho da opinião geral de todos, mas como aqueles que leram minha resenha sobre a série aqui no subete devem saber, não me agrada a forma como a série tenta forçar um drama maior do que o que tem. E pensando nisso venho corrigir uma grande injustiça que eu percebi sobre Ano Hana.

27 Dezembro 2011

Clash of the Bakas


Em 1976 a guerra fria que estava em seus tempos áureos e muito além do que uma exibição de força bélica, ela de principalmente estilos de vida e ideologias. Os ídolos americanos eram uma arma de guerra tanto quanto mísseis intercontinentais, e o Muhammad Ali, o maior boxeador de todos os tempos, no auge de sua carreia e forma física, era uma grande arma de propaganda norte americana na época, ao mesmo tempo por representar a força bruta como também por ser um simbolo negro. E o Ali como um bom americano queria se aparecer e talvez querendo mudar de ares teve a ideia de talvez dar uma moral para o lacaio japão ao mesmo tempo que mostrava para o país em crescimento o seu devido lugar.

Em 1975 o presidente da Associação Japonesa de Luta Livre Amadora, Ichiro Yada, viajou até o Estados Unidos. Lá ele conheceu Ali em uma recepção que lhe perguntou a ele em desafio: "Não há nenhum lutador oriental que possa me desafiar? Darei a ele 1 milhão de dólares se ele vencer".

Esse foi o início de um dos episódios mais bizarros da história das lutas profissionais e também de um grande papelão.

26 Dezembro 2011

Subete Animes de cara nova


      Como havia prometido na minha postagem comemorativa, o Subete Animes finalmente troca de layout depois de mais de 2 anos com o mesmo visual. O novo layout de modo geral é bem simples, mas inclui funções que não existiam e nem eram suportadas pelo antigo layout, como um acesso mais fácil as redes sociais (gadget flutuante, ícones na sidebar, links na parte superior e botões de compartilhamento), o uso do widget de postagens relacionadas, o suporte a imagens de tamanho X-large (tamanho máximo do Blogger), sistema de comentários mais eficiente, widget para avaliar as postagens, formulário de contato e setas de navegação nos posts. 

18 Dezembro 2011

Entrevista com Kunihiko Ikuhara [Mawaru Bluray 1]


Ótima entrevista sobre o conceito por trás do anime mais fabuloso do ano.
Vejam como é lindo esse husbando.


Definitivamente o Ikuhara é um cara cult, mas cult de uma forma boa.
É como aquele pessoal estranho do seu colégio, mas que quando você para para conversar vê como é bacana e tem a cabeça no lugar apenas de se vestir como um travesti.




16 Dezembro 2011

Tezuka Day - "Astro Boy, o estudo de um fóssil"


Quando o Gyabbo começou a comunicar o Tezuka Day e sua proposta, eu logo pensei se poderia participar, já que de fato não havia lido nenhuma história do Tezuka até então e sabia da dificuldade que seria para conseguir material dele por aqui além de quê, com uma obra tão extensa, qual eu escolheria? Por isso, por estar lá na hora em que ele fez a chamada para escolhermos sobre o que falaríamos eu fui rápido e gritei logo, "Astro Boy!".

O motivo de eu ter escolhido justamente obra tão importante do autor, e sua mais famosa obra no ocidente, foi por pura conveniência. Eu nunca havia lido Astro Boy, apenas assistido alguns episódios pingados no Youtube. Eu escolhi falar de Astro Boy porque já havia lido Pluto do Naoki Usarawa e queria falar desta obra.

Astro Boy tem um valor e importância incomensuráveis para os animes e mangás japoneses, mas dada a sua idade ainda faz sentido lê-lo hoje em dia além da mera curiosidade histórica? Depois de ter tido acesso a todas as obras posteriores que foram influênciadas por ele e pelo legado do Tezuka, não apenas reaproveitando temas e conceitos, mas evoluindo-os como no caso do Urasawa? Essa era uma questão que eu não tinha resposta naquele momento, e agora por meio desse texto especial lhes digo o que eu descobri.

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15 Dezembro 2011

手塚は死んでいる。 17日目..


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"過
去"

06 Dezembro 2011

A inocência é perecível.


Um dos animes mais "cuti cuti, oh que fofura" que existem, sem ser retardado, apesar de um pouco autista, é a série Aria.
É um dos animes que eu mais gosto, puro amor que eu tenho por essa série.

Não é difícil imaginar apenas olhando para algumas imagens aleatórias que Aria tem um conjunto de personagens adoráveis. Isso é verdade. E naturalmente, cada um tem uma personagem que gosta mais.
No mundo de Aria, uma das personagens mais adoradas é a Alicia Florence, tutora da protagonista Akari, que por acaso é minha personagem preferida de toda a série.
A Alicia não tem entre os espectadores admiradores tão apaixonados quanto as pessoas de Nova Veneza, onde a história acontece, e particularmente eu estou entre aqueles que não dão a mínima para ela.
Mas não sem motivo...


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05 Dezembro 2011

Entre o Drama Justo e a Autopiedade.


Todos gostamos de dramas e sofrimentos, ou no mínimo precisamos deles, é o que dá sentido a felicidade.
Por mais que você não goste, a felicidade sempre será maior se antes houver sofrimento, isso é algo ensinado pelo teatro grego antigo chamado de catarse (onde o oposto também ocorre), e também é algo que não é verdade apenas na literatura ficcional, na vida funciona de forma igual.

Lembre do quanto foi bom e emocionante ver o herói de uma história vencer no final, depois de ser derrotado várias vezes e vendo seus amigos caírem pelo caminho.
Sofrimento é o que move a história, é o caminho que a felicidade tem que percorrer.
Só que as vezes esse sofrimento chega repentino e sem aviso e em sua pior manifestação: a morte.

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04 Dezembro 2011

Resenha - No Longer Human vol.1, vivendo na vergonha [Vertical]


Não Mais Humano, tradução do título, é não a obra com maior apelo emocional para o ocidente de seu autor Furuya Usamaru, é seu primeiro grande título pensado e formatado para esse mercado, desenhando simultaneamente em duas versões, a de leitura oriental para o Japão e a de leitura ocidental para o resto do mundo.

Hoje, com a popularidade que os mangás de leitura oriental conquistarem no mundo eu não sei dizer se isso era necessário, mas é uma atitude interessante e gosto de pensar que esse é apenas mais um indicativo do talento e visão do Furuya. Só que esse esforço em criar um material de apelo ocidental para por aí em seu sentido convencional. Esse agradar ao ocidente não significa fazer algo que as pessoas queiram simplesmente ler e se divertir, não é tentar fazer algo no "estilo ocidental" seja lá ele qual for, algo com o que estamos acostumados a ver sair daqui. Para o Furuya Usamaru isso significa simplesmente sentar a bunda na cadeira e dar o melhor de si, colocar suas habilidades à prova e criar uma obra não que seja do agrado ocidental, mas algo tão bom que nem o ocidente poderia resistir.

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Resenha - Hoshi Wo Ou Kodomo [CoMix Wave]


Hoshi wo ou Kodomo é o mais novo filme do otaku prodígio japonês, o Makoto Shinkai, aquele que surpreendeu a todos fazendo um filme curto sozinho em suas horas vagas, e um muito bom filme, ganhando moral suficiente para produtoras apostarem nele, lhe dando dinheiro e um estúdio para mostrar do que é capaz.
"Além das Nuvens" comprovou seu talento técnico e "5 Centímetros por Segundo" sua sensibilidade narrativa, mas e quanto a sua imaginação? Podemos dizer que esse novo filme veio para testar isso, então confiram o resultado.


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